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este livro autografado pelo autor.

A Razão tem Sempre Cliente
Miguel Velhinho
PVP: 16 € 14,40 €
Coedição: 101 Noites e Obras em Curso
ISBN: 978-972-8494-59-9

Veja algumas fotos da festa de lançamento do livro

 

A Razão tem sempre Cliente
Miguel Velhinho

Crescemos com a crença que viemos ao mundo por alguma razão especial e acreditamos em tudo aquilo que nos oferece o melhor conjunto de razões para explicar essa mesma existência. Entramos em conflito com todos aqueles que lá terão as suas razões para acreditar noutra coisa qualquer e, ao longo da vida, pertencemos a determinadas tribos alegando razões sentimentais.
Quando não sabemos explicar porquê, dizemos que tivemos as nossas razões e usamos e abusamos das chamadas razões pessoais para acabar de vez com qualquer explicação. 
Por todas estas razões, não é de estranhar que o autor tenha decidido fazer um blogue sobre a razão e, ao fim de um ano e meio, tenha decidido publicá-lo neste livro onde expõe às vezes com alguma razão, outras sem razão nenhuma, as suas próprias razões para a razão de certas coisas.
Se acha que isto não é razão suficiente, leia o livro nem que seja para confirmar que a razão, afinal, estava toda do seu lado.  É uma razão tão boa como outra qualquer. 

É um livro de crónicas, sim senhor. Dentro da melhor tradição lusa de escárnio e maldizer.
São textos mais concisos do que curtos que tentam fazer a radiografia da nação com doses cavalares de material radioactivo. Típico método de quem não está à procura do melhor tratamento para o enfermo (até porque sabe que o doente é incurável nas suas manias, defeitos e feitios) e sim de uma forma de registar para a posteridade os pontos negros que tinha na alma.
Alma. Estamos, pois claro, a falar da alma lusa. Sempre sob a forma de uma divertida caricatura.

Edson Athayde, Do Prefácio

 

O autor

Miguel Velhinho nasce nos idos de Março de 1966 em Lagos, na época do boom turístico sueco para a costa algarvia. Este facto poderia ter determinado toda a sua existência, mas não, o autor cresce sem ligar nenhuma às suecas que pululam à sua volta. Depois de passar uma infância em formato de cartoon hilariante, às tirinhas, o autor ruma a Lisboa, onde tira um curso e começa a trabalhar em publicidade, profissão que exerce até hoje.
No final de 2004 o autor descobre a blogoesfera e questiona-se sobre a forma esférica da mesma: nunca ultrapassa o facto daquilo não ter ângulos rectos. Rendido à evidência que a blogocúbica é o unicórnio albino do século XXI, o autor cria um blogue (A Razão tem
sempre Cliente) onde vai escrevendo todas as razões que
lhe passam diariamente pela frente, evitando despudora-
damente aquelas que lhe passam ao lado.